“The title Invisible/Immaterial was chosen to value things that society cannot see, cannot materialize, cannot appreciate. Abandoned rocks in the street, branches, city plants, vines that grow wildly. In these things there is a very deep and invisible spirituality, which can breathe and revive in the exhibition through its sensitivity.
With sincerity and respect for the ancestors and traditional culture, she enters a deep place between Brazilian and Japanese culture. Connecting Shinto and the Tohoku region (Japan) and the culture of northeastern Brazil (the region where his family comes from). Through this transposition and connection of borders, it is possible to see in his work the presence of contrasts - in this case between natural and artificial materials. His art creates forms in perfect balance, within a blank space. Spread, unite, synchronize (...) ”
- Critical text by Tatsuro Murakami​​​​​​​
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“O título Invisible/Immaterial foi escolhido para valorizar coisas que a sociedade não pode ver, não pode materializar, não pode apreciar. Rochas abandonadas na rua, galhos, plantas da cidade, trepadeiras que crescem descontroladamente. Nessas coisas existe uma espiritualidade muito profunda e invisível, que pode respirar e reviver na exposição através de sua sensibilidade.
Com sinceridade e respeito pelos ante- passados e a cultura tradicional, ela entra em um lugar profundo entre a cultura brasileira e japonesa. Conectando o xintoísmo e a região de Tohoku (Japão) e a cultura do nordeste brasileiro (região onde sua família vem). Por meio dessa transposição e conexão de fronteiras, é possível ver em seu trabalho a presença de contrastes - nesse caso entre mate- riais naturais e artificiais. Sua arte cria formas em um equilíbrio perfeito, dentro de um espaço em branco. Espalha, une, sincroniza(...)”
- Texto crítico por Tatsuro Murakami
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